terça-feira, 18 de maio de 2010

A Ortografia na internet


No passado dia 12 de Maio, a turma do 2º B da EB1 de Alcains deslocou-se à Biblioteca da escola EB2 de Alcains, para , através da internet, participarem numa aula de ortografia.

Os alunos estiveram muito interessados e seguiram, muito entusiasmados, o guião das actividades propostas, com os sites a visitar e as tarefas a executar.

Foi uma aula diferente para os alunos, que mudaram de espaço e tiveram a possibilidade de utilizar o computador como ferramenta de apoio à Língua Portuguesa.

É de realçar a simpatia e eficiência da funcionária da biblioteca, D. Elisabete, que nos recebeu de forma muito cuidada e profissional.
















terça-feira, 11 de maio de 2010

A utilização do computador como recurso de aprendizagem da Língua


No passado dia 3 de Maio, na turma 3B da EB1 de Alcains, realizou-se a 4ª tutoria Pnep (2º ano), que tinha como temática "A utilização do computador como recurso para a aprendizagem da Língua".
Uma vez que, dois dias antes da tutoria, se tinha comemorado o "Dia do Trabalhador", achou-se pertinente aproveitar o tema e levar os alunos a pesquisar informação e a adquirir conhecimentos sobre tal data comemorativa.
* Previamente, foi adicionada pela professora ao Blogue de Turma ("Os Brincalhões") uma mensagem alusiva ao dia 1º de Maio, a partir da qual, e através de hipertexto, os alunos poderiam pesquisar informação sobre a data comemorativa do Dia do Trabalhador.
* Simultaneamente, foi disponibilizado na Plataforma Moodle do Agrupamento José Sanches de Alcains, na disciplina “Cesta de Materiais – 1º Ciclo um Inquérito, com cerca de uma dúzia de perguntas (a maioria de resposta rápida) às quais os alunos responderam, baseados na pesquisa que efectuaram.
* Para que pudessem fazer a pesquisa e responder ao questionário, foram utilizados os computadores Magalhães dos alunos. Houve, previamente, o cuidado de desligar o controlo parental na hora da tutoria, para que a Internet ficasse desbloqueada em todos os computadores e se pudesse aceder livremente a todos os sítios pretendidos.
* Uma vez que nem todos os alunos tinham Magalhães ou o tinham em condições de funcionar, e também para gerar mais algum interesse e despique, trabalharam a pares. Nos grupos em que havia dois PC, um estava com o inquérito aberto e o outro com a pesquisa. Foi, assim, mais fácil aos alunos procurar as respostas a cada questão, sem terem de estar a minimizar e maximizar janelas.
* Depois de preenchidos e submetidos todos os inquéritos, estes foram imprimidos na impressora da escola, já que não é possível imprimir directamente a partir dos Magalhães, a fim de poderem integrar o portefolio dos alunos.
Foi um actividade que se revelou exequível e que muito interessou os alunos. Com ela, puderam "ler para aprender"; "pesquisar e obter conhecimento"; obedecer a instruções e indicações, etc.
A realização desta actividade, apesar das dificuldades que acarretou, provou que é possível usar o computador (e nomeadamente o Magalhães) em contexto de sala de aula e como forma de aprendizagem da Língua.

domingo, 25 de abril de 2010

A Escrita

Muitos professores queixam-se que os alunos não gostam de escrever, repetem os mesmos temas e as mesmas incorrecções...

Mas porque será que isto acontece?

Talvez porque a escrita que lhes é proposta se destina, na sua maior parte, a ser lida e corrigida pelo professor.
Então, é preciso alterar esta actuação. É preciso que ela surja como uma necessidade de inventar e criar, para comunicar com os outros e que não lhes seja imposta.

Crianças com poucos hábitos de escrita/leitura, têm muita dificuldade em encontrar motivos para escrever, variar os temas e os tipos de escrita, daí que o professor tenha de procurar situações vividas pelas crianças, na turma e desencadear diferentes tipos de escrita.
Embora na escola surjam muitas ocasiões de escrita por necessidade (escrita funcional), o professor necessita de:
  • utilizar estratégias que provoquem os alunos para experimentar outros tipos de escrita;
  • variar as modalidades de produção;
  • encontrar circuitos de comunicação para o que escrevem, dando intencionalidade à escrita, através do blog, jornal, outras turmas...

terça-feira, 23 de março de 2010

Oficina de leitura e escrita - Jogo das sílabas

http://www.psicologia.ufrj.br/oficinasleituraescrita/jogos/jogo01/jogo_silaba.html

Oficina de leitura e escrita - Jogo "Qual é a sílaba?

http://www.psicologia.ufrj.br/oficinasleituraescrita/jogos/jogo02/qual_silaba.html

A Ortografia

Para reflexão:

Conta-se que um menino quando foi para a escola dizia, com frequência, “cabeu” no decorrer das suas conversas. A professora, preocupada, corrigia-o, dizendo “não é cabeu, é coube!” O menino repetia “coube”, mas em seguida, repetia novamente “coube”.
Após um certo número de tentativas infrutíferas para corrigir o aluno, a professora chamou-o, entregou-lhe uma folha de papel e disse
“Agora, vamos ver se aprende de uma vez por todas. Enquanto os outros vão ao recreio, o menino fica na sala e escreve cem vezes coube, nesta folha.
O aluno muito contrariado começou a escrever. Após algum tempo, já tinha preenchido a página toda com coube, coube, coube... Entregou-a, então, à professora, que, desconfiada, contou quantas vezes o aluno tinha escrito a palavra. Contou apenas 98. Então, reclamou: “Eu não o mandei escrever 100 vezes? Quis enganar-me? Só escreveu 98!?”
O aluno, com a maior simplicidade justificou-se; “É que não cabeu na folha, senhora professora”.
É vulgar ouvirmos os nossos alunos perguntarem: " Senhora professora, casa é com s ou com z?
Estas dúvidas e situações como esta são comuns e o grande problema está na sua solução.
De facto, durante muito tempo, adoptou-se a estratégia da repetição escrita (e exagerada) da palavra, esperando que os alunos decorassem rapidamente a grafia correcta...
Pensamos, contudo, que a solução estará nas estratégias utilizadas. Entre outras, apresentamos algumas:
-Planificar actividades que favoreçam a observação de determinados aspectos da ortografia, de forma lúdica, preferencialmente actividades que levem o aluno à descoberta das regras;
-Construção das regras com os alunos, a partir de um desafio, uma situação proposta para a turma solucionar;
-Registar, no quadro, os erros mais frequentes dos alunos, para análise, reflexão e discusão, em conjunto;
-Focalizar os segmentos das palavras, de forma a que o aluno compreenda e perceba as regularidades existentes no sistema de escrita...